
A moeda em Mendoza é o peso argentino (ARS), a mesma que circula em todo o território argentino. Quem viaja do Brasil para a cidade do vinho vai lidar com o câmbio desde o primeiro dia, e entender como se organizar financeiramente faz diferença no bolso. A boa notícia é que, com algumas escolhas simples, dá para aproveitar Mendoza sem dor de cabeça e sem perder dinheiro na conversão.
O peso argentino está em circulação desde 1992 e é a única moeda oficial do país. Nas lojas, restaurantes e vinícolas da cidade, os preços aparecem sempre em pesos. Embora alguns estabelecimentos turísticos aceitem reais ou dólares ocasionalmente, a cotação costuma ser desfavorável para quem paga assim. O ideal é sempre transacionar em pesos.
Essa é a dúvida mais comum de quem viaja para a Argentina, e a resposta hoje é mais simples do que parece. A cotação oficial e paralela estão praticamente iguais, então aquela vantagem enorme do câmbio blue que existia nos anos anteriores já não é mais a regra.
Para a maioria dos gastos, o cartão de débito internacional virou a opção mais prática e segura. Cartões de contas globais como Nomad e Wise operam com o câmbio tarjeta, que é próximo do câmbio paralelo, com toda a segurança e praticidade de um cartão. Eles funcionam bem nas maquininhas da maioria dos estabelecimentos em Mendoza.
Para o hotel, usar o cartão é especialmente vantajoso: ao pagar hospedagem com cartão, o viajante fica isento de 21% de IVA, um desconto real que compensa qualquer taxa de câmbio. Dinheiro em espécie continua útil para gorjetas, feirinhas e pequenos comércios que não aceitam cartão.
Levar reais é totalmente viável, já que todas as casas de câmbio argentinas aceitam a moeda brasileira. A troca deve ser feita sempre em solo argentino nunca no Brasil, onde a cotação é muito pior.
Uma opção segura é trocar no guichê do Banco Nación logo na chegada ao aeroporto, que oferece a cotação oficial com segurança. Para quem prefere evitar fila e carregar menos dinheiro em espécie, a Wise carregada em dólares permite pagamentos e saques em pesos com câmbio favorável e IOF menor do que o cartão de crédito convencional.
Na cidade, as casas de câmbio ficam principalmente no centro, na área da Peatonal Sarmiento e arredores. O Banco Nación também possui agências e oferece câmbio oficial. Em locais menores como Mendoza, pode ser um pouco mais complicado trocar dinheiro do que em Buenos Aires, então vale chegar com pesos em mãos ou com o cartão pronto para uso.
Evite trocar dinheiro com desconhecidos na rua. Hoje não vale mais o risco, já que a diferença entre o câmbio oficial e o paralelo diminuiu bastante.

Para planejar o orçamento da viagem, aqui vai uma referência de gastos médios em reais:
As passagens aéreas para Mendoza saem entre R$ 1.600 e R$ 2.500, dependendo da origem e da antecedência da compra. Você pode comparar opções diretamente em passagens para Mendoza pela Turismocity.
As hospedagens têm uma variação ampla: as diárias vão de R$ 50 em opções mais simples até R$ 4.000 em resorts e hotéis de alto padrão. Dá para filtrar de acordo com o orçamento e o estilo da viagem em hotéis em Mendoza.
As atividades turísticas são um ponto positivo para o bolso: há free tours gratuitos que mostram o centro da cidade e os principais pontos históricos sem custo. Já as visitas a vinícolas saem em média R$ 117 por pessoa, incluindo degustação. Vale pesquisar pacotes de passeios com antecedência em atividades em Mendoza.
Para quem planeja explorar a região de Cuyo e arredores, alugar um carro é uma boa pedida, a cidade tem saídas para o Aconcágua, Valle de Uco e San Rafael que ficam muito mais acessíveis com transporte próprio. Veja opções de aluguel de carros na Turismocity. Outra alternativa econômica para chegar à cidade é de ônibus, com rotas que conectam Mendoza a Buenos Aires e outras cidades argentinas.
Não compre pesos no Brasil, a cotação nas casas de câmbio brasileiras é desvantajosa. Leve notas de R$ 50 ou R$ 100 em bom estado para trocar na Argentina, já que cédulas danificadas podem ser recusadas. Tenha sempre algum dinheiro em espécie para pequenas despesas, mas use o cartão internacional para os gastos maiores. E se for pagar o hotel no cartão, confira se a função internacional está ativada antes de viajar.
A moeda usada em Mendoza é o peso argentino (ARS), a moeda oficial de toda a Argentina.
Alguns estabelecimentos turísticos aceitam reais, mas a cotação costuma não ser vantajosa. O ideal é converter para pesos argentinos.
Levar dólares pode ser uma boa opção para quem já tem a moeda em casa, mas levar reais para trocar na Argentina também funciona bem atualmente.
As melhores opções são o Banco Nación e as casas de câmbio no centro da cidade. Evite trocar com vendedores informais na rua.
O cartão de débito internacional de contas globais (como Nomad ou Wise) oferece câmbio mais favorável do que o cartão de crédito convencional. Para pagar o hotel, o cartão garante isenção de 21% de IVA.
As passagens saem entre R$ 1.600 e R$ 2.500, e as diárias de hotel variam de R$ 50 a R$ 4.000. As vinícolas têm custo médio de R$ 117 por pessoa, e há atividades gratuitas como free tours pela cidade.
Planejar bem o lado financeiro da viagem é metade do caminho para aproveitar Mendoza sem imprevistos. A moeda em Mendoza é o peso argentino, e com cartão internacional, reais em espécie e uma pesquisa rápida sobre câmbio antes de embarcar, dá para explorar a cidade, as vinícolas e a natureza da região com tranquilidade — e sem deixar dinheiro na mesa.