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Low Costs no Brasil!

Gabrielle Barbosa
Postado em Quarta 30, Outubro 2019 em Recomendações

As low costs são uma ótima opção para viajar pagando tarifa reduzida. Isso porque, como o próprio nome já diz, esse é o principal objetivo desses tipos de companhias aéreas: oferecer passagens a um preço bastante reduzido em comparação com as empresas aéreas convencionais. 

Apesar de o Brasil já contar com algumas low costs fazendo operações no país, as empresas têm encontrado bastante dificuldade para operar no mercado brasileiro. Parte dessas dificuldades estão relacionadas às altas taxas e também ao preço do combustível dos aviões. Mas o Governo Federal está trabalhando em oferecer algumas vantagens para que esse tipo de companhia aérea tenha perspectivas no mercado brasileiro e possam encontrar no nosso país uma chance de negócio.

Fórum de Líderes 

O Fórum de Líderes da Associação Latino Americana e do Caribe de Transporte Aéreo - Alta - que aconteceu essa semana, proporcionou o encontro de representantes da low cost americana JetBlue e da mexicana Volaris com representantes do governo federal. A ideia do Governo Federal é atrair low costs para operarem voos domésticos e internacionais. 

Além da reunião dessa semana, o secretário da Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, tem uma reunião marcada com representantes da Ryanair, low cost irlandesa, em novembro na cidade de Dublin. Essa companhia é conhecida como a mais famosa low cost do mundo. 

Esse tipo de reunião com as companhias low costs tem como objetivo apresentar a proposta de abertura de mercado brasileiro e também entender como minimizar os problemas que essas empresas encontram ao se deparar com as burocracias do nosso país. 

Abertura das low costs 

O governo está almejando aumentar o número de passageiros transportados de 103 milhões de passageiros voando em 2018 para 200 milhões de passageiros transportados em 2025. A meta é ainda que, somente nesse ano, o número de viajantes suba para mais de 120 milhões. 

E para os próximos anos? Bom, a meta do governo federal é fazer com que, nos próximos cinco anos, mais cidades sejam atendidas pelo transporte aéreo. Passando de 130 cidades comportando aeroportos hoje para 200 cidades atendidas em 2024. 

Uma das medidas que possibilitou a entrada de low costs no Brasil e que continua sendo um motivo para que empresas se interessem por se instalarem no mercado brasileiro é a permissão para cobrança de bagagem. Dessa forma, mesmo com tarifa reduzidas, as aéreas podem ter algum lucro com a cobrança desse tipo de serviço e mesmo com esse serviço sendo cobrado à parte, acabam por oferecer uma melhor tarifa se comparada com as empresas tradicionais de aviação.

Low costs instaladas no Brasil

Enquanto aguardamos a entrada das próximas low costs é possível voar com quatro empresas aéreas desse seguimento já instaladas no Brasil.  A empresa low cost que abriu o mercado brasileiro, foi a chilena Sky, que começou suas operações em novembro de 2018. Em março, a norueguesa Norwegian chegou e depois foi a vez da argentina Flybondi. 

Além dessas, a chilena JetSmart prevê iniciar suas operações no Brasil em março de 2020.

A entrada dessas empresas no mercado brasileiro representa uma média de 30% de queda no valor das passagens aéreas. As low costs conseguem essa redução de tarifas principalmente por operarem em aeroportos mais baratos, focar em eficiência e ter aviões que rodam por mais horas, fazendo com que os aviões fiquem menos tempo parados. Os aviões rodando por mais horas também permitem rotas diretas, sem escalas. As companhias também focam em uma frota reduzida, com um ou dois modelos, diminuindo custos com treinamento de equipe.

Quer saber mais sobre as empresas low costs? Confira esse post e entenda ainda mais as vantagens e diferenças desse tipo de cia aérea. 


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